Polinização

“Polinização” é uma palavra bem conhecida do nosso dia-a-dia. Quem cuida de jardins, cria orquídeas, ou produz frutos e sementes muito provavelmente já conhece esse termo. Aqui, vou explicar rapidamente o que ele quer dizer.

A polinização nada mais é que a transferência do pólen da parte masculina até a parte feminina da flor. O pólen é produzido e armazenado nas anteras, estruturas forma de saco que ficam localizadas no ápice da parte masculina da flor. Após sua maturação, os grãos de pólen devem ser levados até o estigma, a abertura da parte feminina da flor.

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Trata-se de um processo que acontece na grande maioria das espécies de plantas. A polinização permite que os gametas masculinos e femininos das plantas se encontrem; ela precede a fecundação. Daí a sua grande importância no reino vegetal.

Existem três maneiras pelas quais a polinização pode ocorrer:

1. O grão de pólen pode sair da antera de uma flor e chegar ao estigma dessa mesma flor. Esse processo se chama AUTOPOLINIZAÇÃO.
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2. O grão de pólen pode sair da antera de uma flor e chegar ao estigma de outra flor da mesma planta. A esse processo damos o nome de GEITONOGAMIA.
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3. O grão de pólen pode sair da antera de uma flor e chegar ao estigma de uma flor em outra planta da mesma espécie. Essa é a chamada POLINIZAÇÃO CRUZADA.
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Desses três tipos de polinização, o terceiro é o mais importante. A polinização cruzada permite a fecundação entre plantas com constituições genéticas diferentes. Essa mistura genética é muito benéfica para as plantas, pois assim elas podem gerar frutos, sementes e descendentes muito mais vigorosos e saudáveis.

No caso da polinização cruzada, o “encontro” entre o pólen de uma flor e o estigma de outra pode ser bem complexo! Mas, logo em breve, no meu próximo post, vou explicar esse encontro com mais calma!

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